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Muitos
Encontros, Congressos e Simpósios foram realizados.
Houve
desenvolvimento em todas as áreas e principalmente na área
de Engenharia, o que exigia uma reformulação no currículo
do Engenheiro Agrimensor. A tecnologia caminha a passos largos.
Os instrumentos usados na topografia ganham nova roupagem, por dentro
e por fora.
No
campo, a trena, o trânsito, o teodolito taqueométrico,
foram substituídos por teodolitos digitais eletrônicos,
por distânciômetros. No escritório, as réguas
de cálculo, as "maquininhas" mecânicas, as
pranchetas, as penas de nanquim, foram substituídas por micro
computadores, por pranchetas eletrônicas, "plotter",
etc.
Os
líderes da classe da Engenharia de Agrimensura, com o objetivo
de melhor servir a sociedade e as necessidades do país, lutaram
para que fosse ministrado, nos cursos de Engenharia de Agrimensura,
um currículo mínimo digno e de acordo com as exigências
da Engenharia Nacional.
Da
semente plantada no Fórum de Araraquara, em novembro de 1977,
o fruto só nasceu em 08 de abril de 1985 com a Resolução
nº 02/85 do Conselho Federal de Educação, baseada
na Resolução nº 48/76, também do CFE.
O
novo currículo, com o mínimo conteúdo de 3.690
horas/aula ( sem estágio ), ministrado em 5 anos, tem sua
formação na área Civil.
Fonte
CREA-SP
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